quarta-feira, 30 de março de 2016

Modalidades da Libras

Modalidades da Libras

A comunicação dos surdos permeia basicamente em três estágios:

a) Língua de Sinais, que se divide em Formal e Informal,
b) Sistemas de Classificação,
c) Português Sinalizado ou Português com Sinais.

Estes são níveis em que os surdos utilizam a Língua de Sinais de maneira mais “pobre” e/ou mais “rica” do vocabulário da sua própria língua, da mesma maneira que na língua nacional existe o vocabulário popular (coloquial) e o erudito.

a1) A Língua de Sinais Formal utiliza a estrutura da Língua de Sinais, que é a imagem do pensamento, porém, fiel ao português, ou seja, o sinal é fiel à palavra.

a2) A Língua de Sinais Nativa ou Informal (não confundir com dialetos, mímica, gestos, pantomima) utiliza a estrutura da Língua de Sinais, ou seja, a colocação do objeto sem o artigo e a preposição, e não é fiel ao português, ou seja, o sinal apresentado é composto pela visualização da imagem mental da coisa, pessoa, animal ou situação a ser descrita, usando expressões próprias da língua como, por exemplo, os Classificadores. (esta é a dificuldade maior com a estrutura da Língua Portuguesa).
A maioria dos surdos utiliza a Língua de Sinais informal na comunicação. Podemos afirmar que, é muito difícil para o surdo, que só utiliza a Língua de Sinais informal (nativa), aprender a Língua Portuguesa. Nestes casos, é válida a prática da Língua de Sinais Formal, mesmo incorrendo no Bimodalismo, ou Português Sinalizado, para obter um melhor desempenho com a Língua Portuguesa.

b) Sistemas de Classificação (tópico já abordado anteriormente)

c1) O Português Sinalizado é uma modalidade de comunicação que foi bastante utilizada na educação de surdos durante a era da Filosofia de Educação da Comunicação Total, amplamente difundida na década de 70. Essa prática recebe também o nome de ‘Bimodalismo’ porque usa os sinais dispostos na sintaxe e semântica da Língua Portuguesa. Isto se dá traduzindo literalmente cada palavra do português pelo seu sinal correspondente em LSB. Esta prática fere profundamente as regras semânticas e sintáticas da Língua de Sinais, que usada desta forma, perde sua identidade tornando sua comunicação ineficiente. O objetivo era facilitar a comunicação e a aquisição da linguagem pela criança surda e, consequentemente, alcançar um melhor desempenho na leitura e na escrita.

Embora, por princípio, a Comunicação Total apoiasse o uso simultâneo da Língua de Sinais com a língua falada, na prática, tal conciliação nunca foi e nem poderia ser efetivamente possível devido à natureza extremamente distinta da Língua de Sinais com sua morfologia e sintaxe simultânea e espacial e, logo, à descontinuidade entre ela e a língua falada pela impossibilidade de preservar as estruturas das duas línguas ao mesmo tempo, além da Língua Portuguesa sinalizada constituir-se num sistema artificial para o surdo.

É difícil para as pessoas surdas entenderem a mensagem do conteúdo em situações mais complexas, como o ensino do conteúdo, ele confronta duas modalidades desorganizando o entendimento. A tradução fragmentada congela as estruturas da LSB, privando-a de suas representações espaciais – que incluem movimento e direção – responsáveis pela concordância e pelas relações sintáticas, entre outros aspectos linguísticos, geradores de sentido, e, ainda, despreza as diferenças estruturais entre a língua-fonte e a língua-alvo. Além disso, essa estratégia não dá conta dos Classificadores, constituintes da LSB, que, além de descreverem objetos, descrevem ações no espaço.

A naturalidade com que muitos surdos traduzem palavra por palavra da LP para a LSB pode ser explicada como resultado da prática de interpretação estanque e descontextualizada a qual foram e têm sido submetidos nos métodos da Comunicação Total que preconizam o Português Sinalizado como técnica importante para o acesso à língua-alvo para os surdos. Nessa abordagem, a LSB não passa de trampolim para se chegar à LP, é apenas um instrumento para o aprendizado da LP. Pouco importa a estrutura da LSB, pois, na Comunicação Total, a LS é vista como um recurso a mais, uma “linguagem” pobre e simplificada e não uma língua com características próprias e especificidades.

c2) O Português Com Sinais é muito parecido com o Português Sinalizado, porém, com as seguintes diferenças: em vez de basear-se na estrutura do português, usa a base escrita da língua, o que faz com que haja variações de concordância e flexões que são digitadas. Isto ocorre também com as preposições, artigos, conjunções e outros elementos que não encontram correspondência na Libras.

PIDGIN nasce da utilização de palavras de uma língua com a estrutura de outra língua. Quando estão em contato social, o pidgin surge do intercâmbio de uma língua com outra. Portanto, podemos afirmar que o Português Sinalizado e o Português Com Sinais são exemplos de PIDGIN.

Referencial Bibliográfico: Cappovilla, Quadros, Britto, Imagem do Pensamento - Editora Escala

Regiões do Brasil em Libras






Sistema Sintático

Sistema Sintático

A Sintaxe é a parte da gramática de uma língua que estuda a disposição ou ordem das palavras na frase e a disposição ou ordem das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si.

Segundo Valentini, /VAL95/, o estudo da descrição quanto à relação dos elementos estruturais e das regras que regem a combinação de sentenças ainda não é completo na Libras. Porém, apresenta regras próprias e básicas. O que se pode afirmar é que as línguas de sinais apresentam pouco uso, ou nenhum, de artigos, preposições e conjunções. Também, por vezes, ocorre omissão dos verbos de ligação como ser, estar, ficar, ter, haver e demais verbos que estejam cumprindo com a função de verbo auxiliar ou de ligação. Entretanto, Brito, citado em /VAL95/, afirma que a organização sintática básica dos sinais, dentro de uma oração em LIBRAS, segue a mesma ordem das línguas orais: Sujeito - Verbo - Objeto que são princípios universais de ordem das palavras. Outros autores já têm defendido a ordem Objeto – Sujeito – Verbo, argumentando ser esta a ordem mais natural da Língua de Sinais “nativa” e que devemos respeitar sua construção cultural natural.

Existem também outras correntes que têm militado em defesa da ordem canônica das línguas orais, Sujeito – Verbo – Objeto, e ignorando a origem cultural, educacional dos alunos surdos, têm imposto no ensino fundamental o uso da Libras nesta plataforma sintática, construindo assim, uma nova geração de surdos que naturalmente farão uso deste sistema sintático, em detrimento do sistema sintático nativo, natural.

A despeito destas grandes controvérsias e de estarmos longe de um consenso em relação à correta sintaxe da Língua de Sinais, o que se tem verificado na prática é que dentro da cultura surda, dependendo da classificação da identidade surda, nível escolar, social e cultural, haveremos de conviver com divergências na construção das idéias em uma sintaxe única e padronizada. Isto somente ocorrerá quando houver se desenvolvido o suficiente no que se refere à gramática da Língua de Sinais, que por enquanto, ainda está em fase de construção e aprimoramento, tendo-se em vista que apesar da Língua de Sinais estar sendo utilizada por comunidades surdas há anos, só foi considerada língua oficial no Brasil em 2002. A partir de então, esforços estão sendo envidados para a organização dos sinais, e a construção de uma gramática mais consistente e efetiva.

Outro dado importantíssimo que devemos considerar para efeito de estudos sintáticos da LS é a frequente utilização do Tópico-Comentário pelo surdo na construção de suas frases. Neste modelo, temos a topicalização do objeto, ou seja, o objeto passa a ser o tópico de sentença, enquanto que o verbo, o sujeito e os demais componentes configuram o comentário do tópico.

Conforme publicação do INES: “Em estudos anteriores, dissemos que a ordem preferencial das sentenças da LIBRAS era SVO quando não havia topicalização ou verbos com flexão ou direcionais. Porém, estudos mais aprofundados, apesar de não desmentirem o que dissemos, mostraram que a topicalização é muito mais frequente do que se pensa à primeira vista em LIBRAS. A ordem tópico-comentário é realmente a preferida quando não há restrições que impeçam certos constituintes de se deslocarem.”
http://www.ines.gov.br/ines_livros/35/35_004.HTM 

Infelizmente o Link foi removido pelo INES, mas o conteúdo "A língua de sinais utiliza a estrutura tópico-comentário, enquanto a língua portuguesa evita este tipo de construção"  pode ser encontrado em material do MEC no endereço abaixo:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf 


No que diz respeito à ordem das palavras ou constituinte, há diferenças porque o português é uma língua de base sujeito-predicado (S-V-O) enquanto que a LIBRAS é uma língua do tipo tópico-comentário (O-S-V).

Uma corrente atual fortíssima que não podemos ignorar é a da “Linguística”, que mal interpretada com sua “tendência à permissividade” valoriza o contexto do uso da língua, onde o usual determina a regra, sem respeito às normas cultas. Para uma boa comunicação em uma sociedade é necessário um padrão de linguagem – norma culta – que seja uniforme entre os “falantes”. Para tanto, ela precisa ser rigorosamente controlada, regulamentada, normativizada. É justamente essa a tarefa da Gramática: normativizar a língua, exercer esse controle que garante a uniformidade da norma culta. Mas a Linguística parte do princípio de que a norma culta, embora seja importantíssima, não é o único padrão linguístico existente, e na verdade a maior parte da população se comunica a maior parte do tempo em outras normas que não a norma culta. Este fenômeno ocorre também nas línguas orais.

Vemos também que na construção das frases utilizamos muitos outros elementos que não se enquadram nos três principais (Objeto, Sujeito, Verbo), e que nem sempre seguem uma sequência lógica dentro da frase. É o caso de alguns advérbios, conjunções, elementos de ênfase e outros recursos da língua.
Para ampliar o conceito de Objeto – Sujeito – Verbo na sintaxe da Libras Nativa apresentaremos o esquema abaixo, desenvolvido com exclusividade aqui no Blog:

    
1. Sinal de PEDIR: Com significado de COM LICENÇA ou POR FAVOR, usado preferencialmente no início da frase.
2. TEMPO: Qualquer advérbio de tempo (hoje, ontem, amanhã, semana, mês, ano) Qualquer data ou mesmo um evento pode funcionar como marcador de tempo. Preferencialmente usado no início da frase.
3. OBJETO: É o componente que representa o núcleo, a essência das frases. Sem ele não há frase. Pode vir acompanhado de complementos. Para identificá-lo basta perguntar: “De quem se fala?” ou “Do que se fala?”.
4. SUJEITO: Pode ser um nome, um pronome. Está sempre ligado ao verbo, pois é ele que executa ou sofre a ação. (1ª pessoa frequentemente omitido na LS).
5. VERBO: Representa o modo de atividade ou estado de pessoas, animais ou coisas.
6. ÊNFASE: Usada para dar força ou importância. (VERDADE, SEMPRE, N-U-N-C-A, NÃO, paralelismo negativo). Utilizada preferencialmente ao final da frase.
7. ELEMENTOS INTERROGATIVOS: podem ser um pronome interrogativo (quem, qual, onde, por que, como), um verbo ou qualquer outro que esteja cumprindo com a função de interrogar. Para identificá-lo é simples. Basta fazer a pergunta e observar a resposta.
Ex: Você gosta de futebol? R: Gosto. => Aqui o verbo GOSTAR tem a função de agente interrogativo.

Segundo o INES, “Os pronomes interrogativos QUE e QUEM geralmente são usados no início da frase, mas o pronome interrogativo ONDE e o pronome QUEM, quando está sendo usado com o sentido de “quem é” ou “de quem é” são mais usados no final.
Na LIBRAS, há uma tendência para a utilização, no final da frase, dos pronomes interrogativos QUAL, COMO e PARA-QUE, e para a utilização, no início da frase, do pronome interrogativo POR-QUE, mas os primeiros podem ser usados também no início e POR-QUE pode ser utilizado também no final”.

Conclusão: Como pudemos observar, o importante é que os pronomes interrogativos sejam utilizados preferencialmente no final da frase, como é mais usual na comunidade surda.

Referencial Bibliográfico: INES, MEC Parte 7, Valentini, Britto, Quadros

Tipos de frases

Tipos de Frase

A Língua de Sinais utiliza as expressões faciais e corporais para estabelecer tipos de frases, como as entonações na língua portuguesa, por isso para perceber se uma frase em Libras está na forma afirmativa, interrogativa exclamativa, imperativa ou negativa precisa-se estar atento às expressões facial e corporal que são feitas simultaneamente com certos sinais ou com toda a frase.

Abaixo, as características básicas das expressões faciais correspondentes aos tipos de frase:
AFIRMATIVA: Expressão facial neutra ou ligeiro movimento com a cabeça para cima 
                     e para baixo.
INTERROGATIVA: Sobrancelhas franzidas e ligeiro movimento da cabeça para cima.
EXCLAMATIVA: Sobrancelhas levantadas, e ligeiro movimento da cabeça para cima
                        e para baixo.
IMPERATIVA: Sobrancelhas franzidas, movimento firme da cabeça para baixo.
NEGATIVA: Caracterizada pelo movimento lateral da cabeça para um lado e para
                  o outro, curiosamente existem pelo menos 4 formas de ser efetuada:
     1 - Simultaneamente ao sinal, movimento negativo com a cabeça.
          Recomendado para a maioria dos casos de verbos invariáveis.
          Ex: conhecer, entender, fazer.
     2 - Sinal com movimento contrário marcado pela orientação das mãos.
          Ex: gostar, querer e aceitar.
     3 - Sinal próprio de negação.
          Ex: poder, ter, saber
     4 - Acréscimo do “NÃO” após o verbo, geralmente em casos de ênfase. 
         Ocorre principalmente com verbos invariáveis e direcionais, e jamais nos
         casos 2 e 3.
         Ex: viver, aprender, ajudar
Fonte: Ines

terça-feira, 29 de março de 2016

Tipos de sinais

Tipos de Sinais

Existem diversas divisões, didáticas ou não, para os tipos de sinais na Libras. Descreveremos a seguir as principais delas organizadas de uma forma nunca antes apresentada.

QUANTO À COMPOSIÇÃO: os sinais podem ser:
Simples: quando formados por um único sinal.
Ex: internet, inteligente
Compostos: quando formados por dois ou mais sinais.
Ex: mãe, escola, faqueiro.

QUANTO À FORMA: os sinais podem ser:
Icônicos: quando há compromisso com a forma e/ou o movimento do objeto ou ação.
Ex: copo, bola, nadar
Arbitrários: quando não apresentam compromisso algum com a forma ou o movimento. São sinais codificados que em geral expressam idéias abstratas, sentimentos e emoções, e precisam ser aprendidos.
Ex: particular, próprio

QUANTO À SEMÂNTICA: os sinais podem ser:
Polissêmicos: quando possuem dois ou mais significados, de acordo com o contexto.
Ex: egoísta/problema meu, à toa/tédio/”ficar”
Tautológicos: quando possuem dois ou mais sinais que representam o mesmo significado Ex: verde, branco. 

QUANTO À CONCORDÂNCIA: podem ser:
1) Sinais que não possuem marca de concordância, embora possam ter flexão para aspecto verbal;
Quando se faz uma frase, é como se o verbo “invariável” ficasse no infinitivo.
Exemplo: comprar, trabalhar
2) Sinais que possuem marca de concordância. Este é o grupo de sinais mais complexo por apresentar diversas formas de concordância podem ser subdivididos em:
     a) Concordância número-pessoal: são geralmente verbos direcionais,. Onde a orientação (ou direção), aspectos do movimento, marcam as pessoas do discurso. No ponto inicial a concordância com o sujeito, e no final com o objeto. Pode também ser equivalente à voz ativa e passiva do verbo.
Exemplo 1:
1sPERGUNTAR2s “eu pergunto a você”;
2sPERGUNTAR1s “você me pergunta”
Exemplo 2:
1sRESPONDER2s “eu respondo a você”;
2sRESPONDER1s “você me responde”
     b) Concordância de gênero: são verbos classificadores porque apresentam a característica de incorporação do “objeto”. a eles estão incorporados, através da configuração de mão, a uma concordância de gênero: PESSOA, ANIMAL ou COISA.
Por exemplo:
pessoaANDAR (configuração da mão em V ou D);
veículoANDAR/MOVER (configuração da mão em B, palma para baixo)
animalANDAR (configuração da mão em 5, palma para baixo);
Outros exemplos: cortar, lavar, crescer, abrir, fechar. Dependendo do objeto a ser incorporado a ação se transforma em concordância com o tipo do “objeto”.
     c) Concordância com a localização: são verbos que começam ou terminam em um determinado lugar que se refere ao lugar de uma pessoa, coisa, animal ou veículo, que está sendo colocado, carregado, etc. Portanto o ponto de articulação marca a localização.
Exemplos:
COPO MESA coisa arredondadaCOLOCAR
CABEÇA ATIRAR

Existe ainda um grupo especial de sinais chamado de multidirecionais, como é o caso dos verbos andar e ver, que têm características próprias e pouco se relata sobre eles. Sabe-se que esta direcionalidade está relacionada com a concordância de número-pessoal ou de gênero.

Estes tipos de concordância podem coexistir em um mesmo verbo. Assim, há verbos que possuem concordância de gênero e localização, como o verbo COLOCARacima; e concordância número-pessoal e de gênero, como o verbo DAR. Concluindo, pode-se esquematizar o sistema de concordância verbal, na Libras, da seguinte maneira:
a) concordância número-pessoal = parâmetro orientação de mão
b) concordância de gênero e número = parâmetro configuração de mão
c) concordância de lugar = parâmetro ponto de articulação

Há quem diga que “direcional” obrigatoriamente deva ser uma característica exclusiva dos verbos. É bem verdade que é em maioria. Porém, na contramão desta afirmação estão vários sinais que não têm função verbal e se comportam com as mesmas características de concordância, como: MEU-SINAL, MEU-NOME.

terça-feira, 22 de março de 2016

Caderno de Atividade em Libras!!!

Caderno de Atividade em Libras!!!
Caderno de atividade em Libras - PDF (enviado via email)
R$ 20,00 com 320 páginas
Inclui Atividades para serem trabalhadas em sala de aula para alfabetização de indivíduos surdos, brincadeiras e exercícios.
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segunda-feira, 21 de março de 2016

Cadernos Conecta Libras 1

Cadernos Conecta Libras 1

Autor: Organizadoras: Anie P. G. Gomes e Renata O. Heinzelman 
Ano de Publicação: 2015
ISBN: 978-85-8412-009-3
Preço: R$ 38,00
Livro impresso.
O lançamento desta coleção CADERNOS CONECTA LIBRAS é mais um passo dado em direção à gramatização da Libras, reconhecida desde 2002 como "meio de comunicação e expressão (...) das comunidades de pessoas surdas do Brasil".
O livro reúne textos produzidos por profissionais surdos e ouvintes em estreito contato com as comunidades surdas atuantes no Rio Grande do Sul, todos eles ligados à Universidade Federal de Santa Maria.